Fotos do I CONBAlf e II SIHELE


Foto 1:

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Com público composto por pesquisadores, professores de educação básica, professores universitários, gestores e estudantes de graduação e pós-graduação, o I CONBAlf teve início na manhã do dia 08/07/2013, na Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte-MG

 

Foto 2:

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Para Mário Sérgio Cortella, é preciso se apropriar dos ensinamentos de Paulo Freire para superar os desafios que permanecem na contemporaneidade. “Há 20 anos, Paulo Freire fez um mapa do analfabetismo no Brasil: eram 20 milhões de analfabetos. Hoje, o país ainda tem 15 milhões de pessoas que não sabem ler e escrever.”

 

Foto 3:

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Magda Becker Soares abriu os trabalhos nesse segunda feira ressaltando a importância de compreender para onde confluem os objetivos d@s educador@s. “Na alfabetização, nós devemos reconhecer os múltiplos saberes e fazeres, para identificar o nosso querer em comum.”

 

Foto 4:

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Na primeira mesa redonda do CONBAlf, Francisca Maciel comentou alguns dos problemas e desafios da produção acadêmica na área da alfabetização. A redundância dos temas, a falta de clareza na definição da metodologia e dos referenciais teóricos e a baixa densidade analítica são alguns pontos que merecem atenção por parte de professores, pesquisadores e orientadores de teses e dissertações.

 

Foto 5:

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Como a as pesquisas sobre alfabetização circulam entre pesquisadores? E entre os professores alfabetizadores? Como as políticas públicas estão relacionadas com essa produção de conhecimento? Refletindo sobre o compromisso social da produção acadêmica, Maria do Rosário Mortatti provoca: “Talvez seja o momento de pensar o que devemos fazer para que o lugar de produção de conhecimento torne-se um lugar de ousadia.”

 

Foto 6:

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Para Diana Vidal, é preciso repensar velhas perguntas e valorizar aquilo que pudemos construir ao longo dos anos. “Superar é construir o novo a partir do velho. Na superação, há sempre um elemento de novo, mas também um elemento de reflexão sobre o que precisamos conservar. Para dar o salto do novo, ele precisa estar ancorado em práticas e experiências que em alguma medida são velhas”. ‪

 

Foto 7:

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Mesa 2 – “Sentidos da alfabetização nas práticas educacionais”, composta por Ivânia Pereira Midon de Souza (expositora), Maria Socorro Alencar Nunes Macedo (coordenadora), Maria Cecília Oliveira Micotti (debatedora), Silva de Mattos Gasparian Colello (expositora) e Telma Weisz (expositora).

 

Foto 8:

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Mesa 3: “Sentidos da alfabetização inicial nas políticas públicas no Brasil”, composta por Roberto Catelli Jr. (expositor), Luciana Piccoli (coordenadora), Denise Maria de Carvalho Lopes (debatedora), Alceu Ferraro (expositor) e Adail Silva Pereira dos Santos (expositor).

 

Foto 9:

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Continuam as mesas do I CONBAlf! Na discussão sobre os sentidos da alfabetização inicial nas políticas públicas, Alceu Ferraro deu o tom da conversa: “Um problema mal compreendido é um problema mal resolvido. Mas não basta só compreender. É necessário criar meios para resolver o problema – e o Estado tem que dar os meios.”

 

Foto 10:

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Adail Silva dos Santos afirma que o problema da alfabetização no Brasil não está no ingresso à educação formal. Comparada com o número de crianças que entram na escola, a proporção de adolescentes que concluem o ensino fundamental é muito pequena. Para o coordenador de formação continuada do MEC, é preciso entrar nessa questão e investir na formação dos professores e em processos de avaliação. ‪

 

Foto 11:

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O governo passa, mas a escola fica. Por isso, Roberto Catelli Júnior defende que o Estado invista em uma política de alfabetização, para além dos diversos programas existentes. “O Brasil vive de programa em programa e não resolve o problema”. ‪

 

Foto 12:

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Continuando a programação do CONBAlf, a noite dessa terça-feira enfocou a formação de professores. Por meio de sua experiência na rede municipal de Tiradentes, Ana Caroline de Almeida mostra como as condições de trabalho do professor são um desafio para o próprio processo de formação. “Conhecer os direitos de aprendizagem não basta. Enfrentamos desafios mais urgentes no dia a dia das escolas”.

 

Foto 13:

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Telma Ferraz colocou em questão a contradição entre as diretrizes dos documentos curriculares oficiais e a abordagem prescritiva de programas de formação de professores que são muitas vezes adotados. “Estamos perdendo espaço para esse tipo de programa. É preciso pensar o que nós, como um coletivo, poderíamos fazer em relação a isso”.

 

Foto 14:

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Pensando nas contradições das condições que estão postas para os professores, Helena Costa Lopes de Freitas questiona: “Os professores leem? Leem muito? Leem muito durante sua formação na universidade? Leem textos de literatura, vão ao cinema, fazem poesia? Como fazer se nós mesmos não somos formados com condições para lidar com os desafios do complexo trabalho de ensinar?”

 

Foto 15:

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O professor Justino Magalhães encerrou o I CONBAlf passando pelos desafios abordados durante os três dias de evento. Para o pesquisador, o debate que estamos a travar é um debate pedagógico. “A transição entre uma racionalidade investigativa para uma racionalidade pedagógica não é imediata. Nesse debate, os professores devem ter o lugar central.”

                                                                                 

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As fotos e notas apresentadas nesta página foram produzidas pela Equipe de Jornalismo do CEALE/FaE/UFMG. Por motivos de ordem técnica, encontra-se aqui o registro somente de alguns momentos do I CONBAlf – Congresso Brasileiro de Alfabetização. Em breve, disponibilizaremos a cobertura jornalística completa do I CONBAlf e do II SIHELE – Seminário Internacional sobre História do Ensino de Leitura e Escrita. AGUARDEM!

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