IV CONBAlf – vídeos na íntegra

Confira abaixo os vídeos na íntegra das conferências e mesas do IV CONBAlf:

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CARTA ABERTA DO IV CONGRESSO BRASILEIRO DE ALFABETIZAÇÃO (IV CONBAlf)

O IV CONGRESSO BRASILEIRO DE ALFABETIZAÇÃO (IV CONBAlf), realizado pela Associação Brasileira de Alfabetização – ABALf, nos dias 08, 09 e 10 de agosto de 2019, em Belo Horizonte/MG, reuniu professoras e professores, gestoras e gestores, pesquisadoras e pesquisadores e estudantes de diferentes estados brasileiros, tendo como tema “Qual alfabetização para qual tempo?”

Entre seus objetivos, o IV Conbalf pretendeu discutir os principais problemas e avanços pretendidos, nas produções acadêmico-científicas, nas práticas educacionais e nas políticas públicas brasileiras, relacionando-os à produção acadêmico-científica nacional e internacional, bem como aos desafios políticos, sociais, culturais e educacionais do momento histórico atual.

Assim, coerentes com os princípios da ABAlf, de manter uma atitude crítica sobre o que ocorre no campo da alfabetização e incentivar o pluralismo teórico e  metodológico na abordagem do tema, os debates ocorridos nas conferências e nas mesas redondas reafirmaram o compromisso da Associação com a luta pela universalização da alfabetização no Brasil, entendida como direito de todos os brasileiros e de todas as brasileiras.

O agravamento da crise política, social e econômica, juntamente com as primeiras medidas tomadas pelo atual governo, vinculadas à recém-criada Secretaria de Alfabetização do Ministério da Educação, são fatores preocupantes que apontam para possíveis descontinuidades de políticas públicas, fundamentais para a garantia da alfabetização como um direito de todos, em especial nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental e primeiro segmento da Educação de Jovens e Adultos.

Em face dessa realidade, a ABAlf reitera a necessidade do diálogo com os agentes do MEC, pois é urgente dar continuidade ao que se vem construindo ao longo da história da alfabetização neste País, na perspectiva que ações, projetos e programas se constituam em políticas de Estado, fazendo com que, dessa forma, não sofram descontinuidades.

E mais, reafirma-se o compromisso de assegurar que a alfabetização seja prioridade compartilhada pelos governos federal, estaduais e municipais, pela sociedade civil, pelas Universidades públicas, por gestores/gestoras, por servidores/servidoras  públicas.

Nesse sentido, a ABAlf, representada por pesquisadores/pesquisadoras, especialistas da área, professores/professoras alfabetizadores /alfabetizadoras brasileiros/brasileiras, que já vêm colaborando historicamente com as políticas implementadas pelo governo federal, pelos estados e municípios, defende:

  1. Revogação da EC 95 de 2016;
  2. Abertura de diálogo com grupos de pesquisa, associações, Organizações não Governamentais, Institutos e Universidades públicas sobre a formulação da política de alfabetização a ser adotada pelo MEC;
  3. Garantia do direito dos/as professores/professoras alfabetizadores/alfabetizadoras a uma política de formação inicial e continuada democrática e permanente, que os/as considerem como sujeitos históricos, de cultura, reflexivos e críticos;
  4. Formação Continuada, compreendida como Política de Estado, voltada para professores/professoras, alfabetizadores/alfabetizadoras, com programas desenvolvidos por instituições e Universidades públicas;
  5. Fortalecimento da identidade da Educação Infantil, compreendida como etapa que contribui para o processo de apropriação da linguagem escrita pelas crianças, sem que isso signifique estar submetida aos objetivos de alfabetização próprios do Ensino Fundamental;
  6. Implementação de política de formação de professoras/professores e demais profissionais da Educação Infantil, baseada nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI/2009), fortalecendo os direitos de aprendizagens, os campos de experiências e as diversidades;
  7. Implementação de política de formação de professoras/professores e demais profissionais dos anos iniciais do Ensino Fundamental e primeiro segmento da Educação de Jovens e Adultos, baseada nas Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica (DCNEB/2010);
  8. Formulação e implementação de uma política de alfabetização, com qualidade socialmente referenciada, que atenda às necessidades da Educação Especial na perspectiva inclusiva;
  9. Revigoramento e ampliação dos programas de aquisição e distribuição de livros de literatura para todas as etapas da Educação Básica;
  10. Revigoramento e ampliação do Programa Nacional do Livro Didático;
  11. Garantia que os preceitos constitucionais, que determinam liberdade  de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber, o pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas sejam resguardados nas políticas que estabelecem pactos entre os entes federados (união, estados e municípios), sobretudo na formação de professoras e professores e na aquisição e distribuição de livros e materiais didáticos;
  12. Continuidade das ações que visam ao cumprimento da meta 5 do Plano Nacional de Educação e das metas relacionadas à alfabetização nos planos estaduais e municipais de educação.

Outrossim, a ABAlf, em conjunto com pesquisadores e os Fóruns Estaduais de Alfabetização, se compromete com as lutas contra quaisquer riscos que se apresentem para perdas de direitos, sejam para privatização da educação, sejam para o desmantelamento das políticas públicas da Educação Básica e dos Institutos e das Universidades públicas, por compreender que uma possível iminência desses riscos repercutem fatalmente no direito à alfabetização.

Por fim, convoca-se aqui a sociedade brasileira a apoiar essa luta, que é daqueles e daquelas que, como todos que integram a ABAlf, querem construir um Brasil igual de oportunidades, com mais justiça e mais solidariedade.

Belo Horizonte, 10 de agosto de 2019.

Acesse a carta em PDF aqui.

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Revista Brasileira de Alfabetização tem novo número publicado             

Está disponível o novo número da Revista Brasileira da Alfabetização, produzida pela ABAlf, na página da Revista.

O n. 8 traz o Dossiê Cultura Escrita Digital, outros artigos com temáticas variadas e uma nova seção, denominada “História e documentos”, na qual serão publicados textos produzidos em outras épocas, que são de difícil acesso e pertinentes para entender a alfabetização. Neste número, foi publicado o manifesto da ABAlf e outras entidades, que foi enviado e divulgado em janeiro deste ano, ao ministro da Educação à época.

Clique na imagem abaixo para acessar o número:

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Convocação para Assembleia Geral             

A diretoria da ABAlf convoca os associados e associadas para a Assembleia Geral Ordinária de 2019 da Associação, que ocorrerá no dia 10 de agosto de 2019, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte (MG), durante o IV CONBAlf. Acesse aqui o edital de convocação.

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IV CONBAlf – Programação             

A programação do IV CONBAlf está disponível. Acesse aqui.

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IV CONBAlf – Resultado dos trabalhos             

A diretoria da ABAlf informa que os resultados dos trabalhos inscritos no IV CONBAlf estão saindo por lote.

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IV CONBAlf – Nova prorrogação para inscrições para submissão de trabalhos

A diretoria da ABAlf informa que o prazo para submissão de trabalhos para o IV CONBAlf foi prorrogado para até o dia 07/06/2019. As submissões podem ser nas modalidades “Comunicações de pesquisas” e “Relatos de Experiências”. Acesse o site do evento para submeter seu trabalho: https://ivconbalf.vpeventos.com/

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IV CONBAlf – Inscrições para submissão de trabalhos prorrogadas

A diretoria da ABAlf informa que o prazo para submissão de trabalhos para o IV CONBAlf foi prorrogado para até o dia 30/05/2019. As submissões podem ser nas modalidades “Comunicações de pesquisas” e “Relatos de Experiências”. Acesse o site do evento para submeter seu trabalho: https://ivconbalf.vpeventos.com/

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IV Congresso Brasileiro de Alfabetização (CONBAlf) – inscrições abertas

A diretoria da ABAlf informa que as inscrições para o IV Congresso Brasileiro de Alfabetização (IV CONBAlf), organizado pela Associação, estão abertas. O evento ocorrerá nos dias 8, 9 e 10 de agosto de 2019 na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte (MG).

Além das inscrições como ouvinte, estão abertas as submissões de trabalhos. O prazo para envio de trabalhos é até o dia 15 de maio.

Acesse o site do IV CONBAlf para mais informações e inscrições aqui: https://ivconbalf.vpeventos.com/#/

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Manifestação pública ao ministro da Educação

Em manifestação pública, a Associação Brasileira de Alfabetização (ABAlf) e outras entidades se colocam à disposição do ministro da Educação Ricardo Vélez Rodríguez para discussão e proposições para a política de alfabetização no País.

Leia a manifestação abaixo:

Excelentíssimo Senhor Ministro da Educação,

A Associação Brasileira de Alfabetização, fundada em 2012, é uma organização que tem como objetivo articular, acompanhar e fomentar pesquisas e políticas públicas, agregando a participação de atores e instituições envolvidos com a temática da alfabetização.  A ABAlf tem como princípio manter uma atitude crítica sobre o que ocorre no campo e incentivar o pluralismo teórico e metodológico na abordagem do tema. Em vista disso, desde a sua criação, a ABAlf tem atuado na construção de um espaço específico de diálogo em torno da Alfabetização por meio da articulação e intercâmbio com vários grupos e instituições que têm interesses afins, que lutam por uma alfabetização de qualidade para a população brasileira e que assinam essa carta.

Como é de conhecimento de V. Exa., as lutas pela universalização da alfabetização no Brasil e no mundo são comuns a vários segmentos sociais  e uma constante na pauta das ações políticas, científicas e pedagógicas há várias décadas. Isso pode ser comprovado nos inúmeros relatórios da UNESCO, nos movimentos de educação popular, nas políticas de alfabetização brasileiras e, mais recentemente, em várias metas e estratégias do Plano Nacional de Educação.  Ainda que reconheçamos os avanços obtidos a partir dessas lutas, somos cientes das inúmeras dificuldades que persistem na superação desse desafio. Portanto, reiteramos nossa posição de ter a alfabetização de crianças, jovens, adultos e idosos como prioridade no campo das políticas públicas de Estado.

Ter a alfabetização como prioridade implica, de um lado, um olhar retrospectivo sobre o alcance de estratégias que foram sendo empregadas ao longo do tempo. Por outro lado, as estratégias devem dialogar com os problemas de um dado momento histórico, analisando-se e levando-se em conta os fenômenos e as características próprios desse período. Há uma ideia amplamente difundida de que a alfabetização não avança no Brasil. Essa conclusão equivocada resulta da análise isolada de índices, que desconsidera uma comparação essencial entre séries históricas. Por exemplo, do final do século XIX até as primeiras décadas do século XXI passamos de 17,7% de alfabetizados (primeiro censo de 1872, sem computar a população escrava) para 93% da população com 15 anos ou mais de idade (IBGE, 2017).

Como explicar o que alterou os índices ao longo desses anos e em cada período histórico? Certamente, contribuíram para esses resultados, a melhoria das condições de vida e a diminuição da pobreza, aliadas ao aumento do tempo de escolarização e à mudança dos níveis de escolarização de cada geração familiar. Além disso, foi fundamental a presença do Estado, na elaboração e fomento de políticas públicas que resultaram em uma maior qualificação dos professores; no acesso a materiais didáticos, cada vez mais bem elaborados, graças à  avaliação e distribuição de livros e materiais didáticos; uma política de Estado,  bem como no avanço das ciências que embasam as ações pedagógicas, no cotidiano das salas de aula. Enfim, ao analisar o fenômeno da alfabetização no Brasil, constatamos que as soluções encontradas ao longo da história são complexas e não ocorreram isoladamente.

Importante ainda salientar que a alfabetização não se constitui como uma aquisição individual, apenas. Trata-se, isso sim, de um direito social que fomenta inúmeros outros direitos. Compreendida como um direito de todos, a alfabetização exige que a escola, como instituição social, cumpra seu papel de ensinar os princípios básicos da escrita alfabética, mas, também de promover conhecimentos que possibilitem, aos indivíduos e aos respectivos grupos, utilizar a escrita como prática social, em contextos os mais diversos. Se existe uma alfabetização como conjunto de habilidades, essa só se desenvolve plenamente se os indivíduos e grupos fazem uso efetivo dessas habilidades.

As lutas da sociedade brasileira, que tiveram como prioridade a alfabetização, construíram um sólido e vigoroso acúmulo pedagógico e científico. Nessa construção, consolidou-se uma pedagogia da alfabetização, que não nega sua faceta fonológica e traz evidências de que, para ensinar a escrita alfabética, todos os métodos tiveram que lidar com as lógicas que compõem o sistema alfabético: as letras, os sons, as sílabas e suas relações. Assim, não existe apenas um método para essa abordagem. A mesma história prova que  todos esses elementos constitutivos do processo de apropriação da linguagem escrita precisam ser tratados de forma sistemática e articulada no ensino, considerando o que sabemos sobre os objetos que ensinamos,  os sujeitos – como vivem, o que são, o que sabem e como aprendem –  e os contextos de uso da escrita,  porque quanto mais sentido tiverem as palavras e textos, mais alcançamos os sujeitos da aprendizagem e melhores condições lhes serão asseguradas para atuar como cidadãos.

Nessa trajetória ficou evidente que as soluções não são simples. Sem considerar a dinâmica cultural em que a escrita tem seu uso e valor, e também os fatores que excluem vários grupos sociais desse processo e o porquê dessa exclusão, não há supostos métodos milagrosos. Em termos metodológicos, a   história da pedagogia nos mostra que cada vez que um “método milagroso” foi anunciado, na mesma proporção, ocorreu a negação do acúmulo prático e teórico que permitia ver os limites e possibilidades de cada um deles. O retorno a uma única metodologia, aplicada em algum contexto específico, não respeita evidências históricas de seu relativo sucesso para alguns e relativo fracasso para outros, em dada época. Por esse motivo, a Constituição Federal, no seu inciso III, art. 206, sabiamente, determina que o ensino será ministrado com base no pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.

A alfabetização, como campo de pesquisa e como ação pedagógica, é multifacetada e, portanto, supõe um conjunto articulado de saberes. A disputa entre concepções e métodos não pode obscurecer a finalidade de alcançarmos, por todos os meios, os sujeitos e grupos que têm direito de se alfabetizar.

Nessa perspectiva, faz-se urgente dar continuidade ao que vimos construindo ao longo da história da alfabetização neste País, visando promover ações, projetos e programas que se constituam como políticas de Estado e, dessa forma, não possam sofrer descontinuidades.

Reiterando nosso compromisso de assegurar que a alfabetização  seja prioridade compartilhada por grupos da sociedade civil, gestores e servidores públicos, e assumindo uma vez mais, nosso dever como pesquisadores, especialistas da área, servidores públicos que vêm colaborando historicamente com as políticas estatais e com os alfabetizadores brasileiros, colocamo-nos à disposição para estabelecer  um diálogo  com V. Exa. e sua equipe, responsável pela Secretaria de Alfabetização, para discussão e proposições para a política de alfabetização no País.

Belo Horizonte, 14 de janeiro de 2019

Assinam esta manifestação*:

  1. Ação Educativa por Maria Virginia Freitas
  2. Área Formação Pedagógica e Linguagem da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) por Marília Forgearini Nunes e Renata Sperrhake
  3. Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN) por Miguel Oliveira Jr.
  4. Associação Cidade Escola Aprendiz por Paula Patrone
  5. Associação de Leitura do Brasil (ALB) por Claudia Beatriz de Castro Nascimento Ometto e Anderson Ricardo Trevisan
  6. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPED) por Andrea Barbosa Gouveia
  7. Associação RedSOLARE Brasil por Marilia Dourado
  8. Avante – Educação e Mobilização Social por Maria Thereza Marcilo
  9. Campanha Nacional pelo Direito à Educação por Daniel Cara
  10. Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita (CEALE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por Francisca Izabel Pereira Maciel
  11. Centro de Educação e Documentação para Ação Comunitária (CEDAC) por Maria Tereza Perez Soares
  12. Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária (CENPEC) por Anna Helena Altenfelder
  13. Centro de Estudos em Educação e Linguagem (CEEL) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) por Telma Ferraz Leal
  14. Centro de Estudos em Leitura e Literatura Infantil (CELLIJ) da Universidade Estadual Paulista (UNESP) por Renata Junqueira
  15. Comitê Capixaba da Campanha Nacional pelo Direito à Educação por Sumika Soares de Freitas Hernandez Piloto
  16. Comitê Gestor Local de Formação Inicial e Continuada de Profissionais da Educação Básica (COMFOR) e da Rede Universidade Federal de Uberlândia (UFU) por Sônia Maria dos Santos
  17. Educação, Leitura e Escrita (EDULE) da Universidade Federal de Goiás, Regional Catalão (UFG – Catalão) por Selma Martines Peres e Maria Aparecida Lopes Rossi
  18. Escola do Bairro por Gisela Wajskop
  19. Fórum Baiano de Educação Infantil
  20. Fórum Catarinense de Alfabetização por Lourival José Martins Filho e Maria Aparecida Lapa Aguiar
  21. Fórum de Alfabetização, Leitura e Escrita Flor do Grão Pará por Elizabeth Orofino Lucio
  22. Fórum de Educação Infantil de Santarém (FEIS)
  23. Fórum de Educação Infantil do Ceará (FEIC)
  24. Fórum de Educação Infantil do Paraná (FEIPAR)
  25. Fórum de Educação Infantil do Rio Grande do Norte
  26. Fórum de Educação Infantil Zona da Mata Mineira
  27. Fórum Estadual de Alfabetização do estado do Rio de Janeiro (FEARJ) por Elaine Constant
  28. Fórum Estadual de Educação Infantil de Rondônia
  29. Fórum Gaúcho de Educação Infantil
  30. Fórum Mato-Grossense de Alfabetização por Bárbara Cortella Pereira de Oliveira
  31. Fórum Matogrossense de Educação Infantil (FMTEI)
  32. Fórum Mineiro de Alfabetização por Valéria Barbosa Resende
  33. Fórum Mineiro de Educação Infantil
  34. Fórum Permanente de Educação Infantil do Estado do Rio de Janeiro
  35. Grupo de Estudos sobre Aquisição da Linguagem Escrita (GEALE) da Universidade Federal de Pelotas por Ana Ruth Moresco Miranda e Marta Nörnberg
  36. Grupo AULA: Alfabetização, Linguagem e Ensino da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) por Luciana Piccoli
  37. Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação e Linguagem (GEPEL) da Universidade Estadual de Montes Claros (UNIMONTES) por Geisa Magela Veloso
  38. Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação e Linguagem (GELING) da Universidade Federal da Bahia (UFBA) por Dinéa Maria Sobral Muniz
  39. Grupo de Estudo e Pesquisa em Política Educacional e Gestão Escolar (GEPPEGE) daUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP) por Márcia Jacomini
  40. Grupo de Estudo e Pesquisa Linguagem oral, leitura e escrita na Infância (GEPLOLEI) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) por Bárbara Cortella Pereira de Oliveira
  41. Grupo de Estudo em Alfabetização e Letramento (GEALI) da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) por Gabriela Medeiros Nogueira e Silvana Maria BelléZasso
  42. Grupo de Estudos e Pesquisa Didática e Prática Docente (GEPEDIDO) da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) por Simone Regina Manosso Cartaxo
  43. Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Alfabetização e Letramento por Atos de Leitura (GEP-Alfaletri) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) por MariseMarçalina de Castro Silva Rosa
  44. Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Jovens e Adultos (EPEJA) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por Maria HerminiaLaffin
  45. Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Infantil (GEPEI) da Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA) por Sinara Almeida da Costa
  46. Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Infantil, Crianças e Infâncias (GEPEICI) da Universidade Federal da Bahia (UFBA) por Marlene Oliveira dos Santos
  47. Grupo de Estudos e Pesquisas em Linguagem, Educação e InfânciaTeoria Histórico-Cultural (GEPLEI-THC) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) por Regina Marques de Souza e Ana Lucia Espíndola
  48. Grupo de Estudos e Pesquisas em Psicologia Histórico-Cultural na Sala de Aula (GEPSA) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por Maria de Fátima Cardoso Gomes
  49. Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Cultura Escrita da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por Ana Maria de Oliveira Galvão
  50. Grupo de Estudos em Cultura, Educação e Infância (EnlaCEI) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por Vanessa Ferraz Almeida Neves
  51. Grupo de Estudos em Educação Infantil e Infâncias (GEIN) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) por Simone Albuquerque
  52. Grupo de Estudos Linguísticos do Estado de São Paulo (GEL) por LucianiTenani
  53. Grupo de Estudos sobre Política Educacional e Trabalho Docente (GESTRADO) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por Dalila Andrade Oliveira
  54. Grupo de Estudos, Crianças, Infâncias, Cultura e Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) por Denise Maria de Carvalho Lopes e Maria de Fátima Carvalho
  55. Grupo de Pesquisa “Conversa de Professor” da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) por Márcia Lisbôa
  56. Grupo de Pesquisa Alfabetização, letramento e letramento matemático (ALEM) da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) por Ana Lúcia Espíndola e Regina Aparecida Marques de Souza
  57. Grupo de Pesquisa Alfabetização, Leitura, Escrita e Trabalho Docente na Formação Inicial (ALLE/AULA) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) por Norma Sandra de Almeida Ferreira
  58. Grupo de Pesquisa Avaliação de Políticas Educacionais da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) por Maria Angélica Pedra Minhoto
  59. Grupo de Pesquisa Didática e Formação Docente (NAPE) da Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) por Alba Regina Battisti de Souza
  60. Grupo de Pesquisado Letramento Literário (GPELL/CEALE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por Guilherme Trielli Ribeiro
  61. Grupo de Pesquisa em Alfabetização (GPA/CEALE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por Sara Mourão Monteiro
  62. Grupo de Pesquisa em Alfabetização e Letramento (GPEALE) da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) por Maria do Socorro Alencar Nunes Macedo
  63. Grupo de Pesquisa em Alfabetização e Letramento Escolar (ALFALE) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) por CancionilaJanzkovski Cardoso
  64. Grupo de Pesquisa em Didática da Língua Portuguesa da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) por Artur Gomes de Morais
  65. Grupo de Pesquisa Formação e Trabalho Docente do Programa de Pós-graduação em Educação da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas) por Maria Silvia Pinto de Moura Librandi da Rocha
  66. Grupo de Pesquisa História da Educação e do Ensino de Leitura e Escrita no Brasil (GPHEELLB) da Universidade Estadual Paulista (UNESP) por Maria do Rosario Longo Mortatti
  67. Grupo de Pesquisa História da Educação: intelectuais, instituições, impressos da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) por Mirian Jorge Warde
  68. Grupo de Pesquisa História, Cultura e Memória de professoras Alfabetizadoras da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) por Sônia Maria dos Santos
  69. Grupo de Pesquisa Infância, Formação e Cultura (INFOC) da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) por Sonia Kramer
  70. Grupo de Pesquisa Infância, Juventude, Leitura, Escrita e Educação da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) por Márcia Cabral da Silva
  71. Grupo de Pesquisa Linguagem, Cultura e Práticas Educativas (LHEP) da Universidade Federal Fluminense (UFF) por Cecilia Maria Aldigueri Goulart
  72. Grupo de Pesquisa Linguagem, Infâncias e Escola (LINFE) da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) por Hilda Micarello
  73. Grupo de Pesquisa Linguagem, Memória e Subjetividade (GPLIMES) da Universidade de São Paulo (USP) por Elizabeth dos Santos Braga
  74. Grupo de Pesquisa Pensamento e Linguagem da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) por Ana Luiza Bustamante Smolka
  75. Grupo de Pesquisa sobre Livro Didático de Português da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) por Clécio dos Santos Bunzen Júnior
  76. Grupo de Pesquisas em Ensino de Línguas e Formação de Professores da Universidade de São Paulo (USP) por Emerson de Pietri
  77. Grupo de Trabalho de Fonética e Fonologia vinculado à Associação Nacional de Pesquisa em Linguística e Literatura (ANPOLL) por LucianiTenani
  78. Grupo de Trabalho de Política Educacional daAssociação dos Docentes da Universidade de São Paulo (ADUSP) por Márcia Jacomini
  79. Grupo Oralidade, Leitura e Escrita (GOLE) por Claudemir Belintane
  80. GT 10: Alfabetização, Leitura e Escrita da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPED) por Eliane Teresinha Peres
  81. Instituto Avisa Lá Formação Continuada de Educadores por Cisele Ortiz
  82. Laboratório de Alfabetização e Heterogeneidades da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) por Patrícia Camini
  83. Laboratório de Educação (LABEDU) por Beatriz Cardoso
  84. Laboratório de Estudos de Linguagem, Leitura, Escrita e Educação (LEDUC) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) por Patrícia Corsino e Ludmila Thomé de Andrade
  85. Laboratório Integrado de Alfabetização (LIA) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Elaine Constant
  86. Laboratório Sertão das Águas: alfabetização, leitura, escrita, literatura, formação e trabalho docente da Universidade Federal do Pará por Elizabeth Orofino Lucio
  87. Leitura e Escrita na Primeira Infância (LEPI) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por Mônica Correia Baptista
  88. Linguagem e Cognição em Salas de Aula de Ciências da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por Eduardo Mortimer
  89. Linguagem, Educação, Sociedade, Formação Inicial e Continuada de Professores da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) por Adelma das Neves Nunes Barros Mendes
  90. Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil (MIEIB)
  91. Núcleo de Educação e Infância (NEI) daUniversidade Federal do Maranhão (UFMA) por Conceição de Maria Moura Nascimento Ramos
  92. Núcleo de Educação Infantil, Alfabetização e EJA (NEIAPE) da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) por Valeria Aparecida Dias Lacerda de Resende
  93. Núcleo de Estudo e Pesquisa em Educação da Infância (NEPE) da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) por Maria Renata Alonso Mota
  94. Núcleo de Estudos e Pesquisa em Alfabetização e Ensino da Língua Portuguesa (NEPALP) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) por NelitaBortolotto
  95. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alfabetização, Leitura e Escrita (NEPALES) da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) por Cláudia Maria Mendes Gontijo
  96. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Infância e Educação Infantil (NEPIE) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) por Gizele de Souza
  97. Núcleo de Estudos e Pesquisas em Infâncias e Educação Infantil (NEPEI) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por Levindo Diniz Carvalho
  98. Núcleo de Estudos em Alfabetização em Linguagem e Matemática (NEALM) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) por Evangelina Faria
  99. Núcleo de Estudos em Educação de Jovens e Adultos (NEEJA) da Universidade Federal do Rio Grande (FURG) por Cleuza Maria Sobral Dias
  100. Núcleo de Estudos em Pesquisa e Extensão em Políticas Públicas, Educação, Juventude e Infância (JIPPSE) da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) por Fernanda Nunes
  101. Núcleo de Estudos sobre Cultura Escrita Digital (NEPCED/CEALE) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por Mônica Dayse Araújo
  102. Núcleo Integrado de Estudos e Pesquisas sobre Infâncias e Educação Infantil (NEPESSI) da Universidade Federal da Bahia (UFBA) por Leila da Franca Soares e Silvanne Ribeiro Santos
  103. Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas sobre Ensino de Língua e Literatura (NIPELL) daUniversidade Federal de São Paulo (UNIFESP) por Fernando Rodrigues de Oliveira
  104. Programa Arte e Diferença – Grupo de Estudos Corpos Mistos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) por Mônica Rahme
  105. Programa de Alfabetização e Leitura (PROALE) da Universidade Federal Fluminense (UFF) por Dayala Vargens
  106. Programa de Educação Tutorial (PET) Letras da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) por Clecio dos Santos Bunzen Júnior
  107. Programa de Português para Estrangeiros (PPE) – Projeto Laboratório de Migração da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) por Gabriela da Silva Bulla, Rodrigo Lages e Silva e Margarete Schlatter
  108. Projeto Leitura e Escrita na Educação Infantil por Mônica Correia Baptista
  109. Rede Escola Pública e Universidade (REPU) das Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Universidade Federal do ABC (UFABC), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e Instituto Federal de São Paulo (IFSP)
  110. Rede Estadual Primeira Infância da Bahia por Ana Olíva Marcílio
  111. Rede Nacional Primeira Infância por Míriam Cordeiro
  112. Sindicato dos Professores de Universidades Federais de Belo Horizonte, Montes Claros e Ouro Branco (Apubh) por Maria Stella Brandão Goulart
  113. União Dos Dirigentes Municipais de Educação de Minas Gerais (UNDIME/MG)
  114. Centro de Investigações sobre Desenvolvimento Humano e Educação Infantil (CINDEDI) por Katia de Souza Amorim e Maria Clotilde Rossetti-Ferreira

*lista atualizada em 17/01/2019, às 13h44.

Para aderir à manifestação, assine a petição: http://bit.ly/adesao-manifestacao

Baixe o documento na íntegra aqui.

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IV Congresso Brasileiro de Alfabetização (CONBAlf)

O IV Congresso Brasileiro de Alfabetização (CONBAlf) ocorrerá nos dias 8, 9 e 10 de agosto de 2019 na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em Belo Horizonte (MG).

O tema será “Qual alfabetização para qual tempo?”. Confira aqui a ementa da temática.

Em breve, serão divulgadas mais informações e abertas as inscrições.

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Edital de Convocação – ABAlf –  Assembleia Geral Ordinária 2018

A Diretoria da ABAlf convoca seus membros associados para sua Assembleia Geral Anual do ano de 2018, a ser realizada no dia 27 (vinte e sete) de setembro de 2018, presencial e via teleconferência, na Sala de Teleconferência da Faculdade de Educação da UFMG – Campus Pampulha, localizado à Av. Antônio Carlos, nº 6627 – Pampulha – Belo Horizonte/MG, com início previsto para as 15h30min, em primeira chamada. Confira aqui o Edital de Convocação.

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II Ciclo de Debates do GPEALE/UFSJ

21/11/2017

O GPEALE – Grupo de Pesquisa em Alfabetização e Letramento do Campus Dom Bosco, da Universidade Federal de São João Del Rei, promoverá, entre os dias 25 e 27 de março de 2018, o II Ciclo de Debates do Grupo, com o tema “Literatura na escola”.

As inscrições para apresentação de trabalho e ouvintes devem ser feitas pelo e-mail ciclodedebatesgpeale@gmail.com. Para apresentação de trabalho, o interessado deverá encaminhar resumo do trabalho contendo de 250 a 300 palavras, indicando um dos eixos:

1- Literatura e Infância

2 – Literatura e formação docente

3 – Formação de leitores e mediação de leitura

4 – Literatura, outras artes e áreas do conhecimento

Confira no anexo a Programação completa do evento.

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Moção de repúdio à sugestão legislativa de revogação da Lei n.º 12.612, de 13 abril de 2012

16/10/2017

A ABAlf – Associação Brasileira de Alfabetização e os participantes do I Fórum Nacional de Alfabetização e do XXIII Fórum Permanente de Alfabetização, Leitura e Escrita do Espírito Santo reunidos no dia 16 de setembro de 2017, no Centro de Convenções, na Cidade de Vitória, Espírito Santo, manifestam, publicamente, repúdio à sugestão legislativa de revogação da Lei n.º 12.612, de 13 abril de 2012, que, no seu art. 1o, proclamou Paulo Freire Patrono da Educação Brasileira. Após o golpe militar, juntamente com muitos outros brasileiros, Paulo Freire foi preso e exilado. A sugestão de revogação da Lei busca exilar seus pensamentos que incomodam e incomodaram aqueles que possuem uma visão estreita e avessa à democracia. A sugestão quer destruir em todos e todas nós a esperança e o sonho de vivermos em uma sociedade verdadeiramente democrática. Paulo Freire é um pensador reconhecido mundialmente, um defensor dos direitos democráticos e da justiça. Sempre atacou, sem reservas, o desrespeito à coisa pública e a impunidade. Paulo Freire será sempre o Patrono da Educação Brasileira e da Associação Brasileira de Alfabetização.

Prof.ª Dr.ª Cláudia Maria Mendes Gontijo

Presidente da ABAlf

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I Fórum Nacional de Alfabetização (Fonalf) e XXIII Fórum Permanente de Alfabetização, Leitura e Escrita do Espírito (Fopales)

No próximo dia 16 de outubro, a Associação Brasileira de Alfabetização realiza o I Fórum Nacional de Alfabetização (Fonalf) e XXIII Fórum Permanente de Alfabetização, Leitura e Escrita do Espírito (Fopales), com parceria institucional do Nepales – Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alfabetização, Leitura e Escrita do Espírito Santo do Centro de Educação da Ufes. O evento ocorrerá no Auditório do Centro de Educação da Ufes com início às 8:00 h.

Os interessados em participar como ouvintes podem se inscrever no endereço https://goo.gl/forms/9P2wVM3mVlfKCq1X2 até o dia 11/10. Dentre as atividades, acontecerá uma mesa-redonda intitulada “A centralidade do texto nos processos de ensino aprendizagem”, tendo como palestrantes os professores João Wanderley Geraldi (Unicamp) e Sílvia de Fátima Pilegi Rodrigues (UFMT).

Consulte a programação completa clicando aqui.

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Primeiro Termo de Retificação do Edital de Convocação de Eleição para a Diretoria, Representantes Regionais e Conselho Fiscal da ABAlf – Associação Brasileira de Alfabetização – Biênio 2018-2020

Divulgado Termo de Retificação do Edital de Convocação de eleição para a Diretoria, Representantes Regionais e Conselho Fiscal da ABAlf para o biênio 2018-2020. Acesse a Retificação.
Acesse o Requerimento de Inscrição para Composição de Chapa clicando aqui.

Edital de Convocação de Eleição para a Diretoria, Representantes Regionais e Conselho Fiscal da ABAlf para o biênio 2018-2020

Divulgado Edital de Convocação de eleição para a Diretoria, Representantes Regionais e Conselho Fiscal da ABAlf para o biênio 2018-2020. Clique aqui e confira.

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XIX Congresso de Estudos Literários: literatura e artes, teoria e crítica feitas por mulheres e I Congresso de Libras: Literatura, arte & tradução

Entre os dias 20 e 21/11/2017, ocorrerá na Ufes – Vitória/ES, o XIX Congresso de Estudos Literários: literatura e artes, teoria e crítica feitas por mulheres, simultaneamente ao I Congresso de Libras: Literatura, arte & tradução.

O prazo para envio de resumos é até 15 de julho do ano corrente.

A Chamada, com mais informações estão disponíveis em:

http://www.literatura.ufes.br/sites/letras.ufes.br/files/field/anexo/chamada_para_o_xix_cel_i_libras_-_ppgl-ufes_-_20_e_21-11-2017.pdf

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Edital de Convocação – ABAlf-  Assembleia Geral Ordinária 2017

A Diretoria da ABAlf convoca seus membros associados para sua Assembleia Geral Anual do ano de 2017, a ocorrer  no dia 17 (dezessete) de julho de 2017, no Auditório do Centro de Educação da Universidade Federal do Espírito Santo – Ufes – Campus Goiabeiras, localizado à Av. Fernando Ferrari, nº 514 – Vitória/ES, com início previsto para as 18h30min, em primeira chamada, para as 19h00min. Confira aqui o Edital de Convocação.

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Terceira versão da Base Nacional Comum Curricular – BNCC, é tema de discussão no Projeto “Leitura e Escrita na Educação Infantil”

O Projeto “Leitura e Escrita na Educação Infantil”, coordenado UFMG, UFRJ e UNIRIO, divulgou nessa terça-feira (25) documento que apresenta ponderações em relação ao texto da BNCC, apresentado pelo Ministério da Educação no último dia 06 de abril. Conheça a íntegra do documento clicando aqui.

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5ª Jornada de Linguagem da FAED/UDESC

A Faculdade de Educação daUDESC promove no dia 10 de novembro, sua 5 ª Jornada de Linguagem, com o tema “Alfabetizaçãao e as múltiplas linguagens”. A Jornada contará com a participação da Presidente da ABAlf, professora Drª. Cláudia Maria Mendes Gontijo. Clique aqui e confira a programação completa.

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Nota da ANUUFEI

Associação Nacional das Unidades Universitárias Federais de Educação Infantil – ANUUFEI, publica Nota em defesa da permanência das unidades universitárias de educação infantil. No texto, a Associação afirma que “[…] o reconhecimento pela educação infantil como primeira etapa da educação básica constitui uma luta histórica no interior das universidades […]” e é nesse sentido que a Associação convoca a todos na defesa e valorização das unidades de educação infantil das IFES.

Confira na íntegra o conteúdo da Nota.

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MUDANÇAS DE PESO NA EDUCAÇÃO BRASILEIRA, Sr. João Batista Araújo e Oliveira?
A propósito do artigo publicado no jornal O Estadão com o título “Educação, um
desafio olímpico”, 8/08/2016.


Cecilia M. A. Goulart/Universidade Federal Fluminense/RJ

“Mudanças de peso na Educação são as que promovem novas formas críticas de viver a cidadania. Mudanças de peso são aquelas em que coletivamente as pessoas se movimentam no conhecimento de outras visões de mundo, outras compreensões de sua inserção social. Mudanças em que a história de cada um repercute na vida e história dos outros, fortalecendo a todos. Mudanças de peso na Educação são aquelas em que palavras ganham novos sentidos, escritas e lidas em novas linguagens […]”.

Confira na íntegra o texto da professora da UFF e titular do Conselho Fiscal da ABAlf, Cecilia M. A. Goulart.

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Manifestação da Associação Brasileira de Alfabetização

Sexta-feira, 12 de agosto de 2016

A Associação Brasileira de Alfabetização manifesta publicamente seu posicionamento contrário ao PROJETO DE LEI DO SENADO nº 193 de 2016, de autoria do Senador Magno Malta (PR/ES), que Inclui na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996), o Programa Escola sem Partido.

Esse Programa é uma afronta ao direitos humanos e à Carta Constitucional Brasileira que salvaguardam o direito à livre expressão e à convivência e vivência democrática entre diferentes sujeitos. O projeto de lei revela a falta de um projeto educacional para a nossa nação e a tentativa de desmanche das conquistas expressas no Plano Nacional de Educação. Demonstra ainda a incapacidade de construção propostas que resguardem o direito à educação e esconde, numa discussão inócua e absurda, os graves problemas educacionais brasileiros. Inúmeras crianças não aprendem a ler e escrever nas escolas. Muito cedo, grande parte é excluída dos processos educacionais. Adolescentes, jovens e adultos, cidadãos das cidades e dos campos, não têm escolas para estudar, pois estas estão sendo fechadas, cotidianamente, por todo território nacional. Os programas de formação continuada e inicial de professores estão sendo descartados. Esses são alguns dos problemas que devem ser enfrentados pelo Senado Federal, pelos representantes políticos que atuam nesse espaço.

Como seres humanos, somos implicados pelas nossas lutas, pelas nossas ideias, pelos nossos valores que são diversos, pois somos uma sociedade fundada nas diferenças religiosas, étnico-raciais, de gênero etc.

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III Encontro Internacional de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos

Entre os 23 e 26 de outubro de 2016, ocorrerá na Udesc o III Encontro Internacional de Alfabetização e Educação de Jovens e Adultos NAPE.

Mariores informações em:

http://www.alfaeeja.com/#!alfaeeja2016/vitck

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Edital de COnvocação – ABAlf –  Assembleia Geral Ordinária

Nos termos do Art. 18 do Estatuto da Associação Brasileira de Alfabetização, ficam convocados os associados para a Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 12 (doze) de julho de 2016, no Salão Nobre da Faculdade de Educação, Unicamp, localizado na Avenida Bertrand Russell, 801 – Cidade Universitária “Zeferino Vaz” – Campinas/SP, com início previsto às 19h, em primeira chamada, e às 19h30min, em segunda chamada, para discutir e deliberar sobre a seguinte pauta:

1 Informes

 

2 Pauta

2.1 Apreciação do Parecer Conselho Fiscal referente ao Relatório do balanço das receitas e despesas da Associação (período: janeiro de 2015 a dezembro de 2015).

  • Ações do III Congresso Brasileiro de Alfabetização: tema e data de realização
  • Comissão Editorial da Revista Brasileira de Alfabetização.
  • Orçamento anual de receitas e despesas – Ano 2016.
  • Eventos regionais.
  • Moções e Manifestações.
  • Assuntos Gerais.
  • Outros assuntos.

Vitória/ES, 12 de junho de 2016

Cláudia Maria Mendes Gontijo
Presidente da ABAlf

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CONTRA OS GOLPES ONTEM E HOJE: história, memória, reparação e preservação da democracia

Comissão da Verdade da Adunesp reúne comissões universitárias de todo o país.

Realização: Associação dos Docentes da Unesp – Adunesp S. Sindical do Andes Apoio: Rede Nacional de Comissões da Verdade Universitárias Sindicato dos Trabalhadores da Unesp – Sintunesp

Data: 01/04/2016

Local: Auditório Hotel Bourbon (Av. Vieira de Carvalho, 99 – República – São Paulo)

Confira as informações em:

Cartaz-folder evento 1 de abril 2016 correto

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Manifesto Anped – 16/03/2016

A Anped divulgou, no dia 16 de março de 2016, Manifesto. Um dos trechos desse Manifesto assinala que: “Temos a firme convicção que se encontra em curso movimento político de índole golpista que busca, ainda que pelas vias institucionais, confundir a nação, restabelecer privilégios e recolocar no centro do poder federal grupos políticos e econômicos afastados pelo voto democrático. Há também neste quadro toda a sorte de recomposição política de antigos aliados que já sinalizam para “o fim do governo Dilma” e negociam sinecuras num possível novo arranjo político-institucional. Estamos diante do risco de que se efetive a construção, por vias tortuosas, de novas agendas políticas distanciadas daquelas em que tanto nos empenhamos por realizar. Nossa mobilização é crucial neste momento para que não se comprometa nossas tão caras agendas de afirmação da soberania nacional, de Direitos Humanos, do fim da desigualdade e da busca da equidade social em nosso país”.

Leia o Manifesto na íntegra no link http://www.anped.org.br/news/anped-faz-38-anos-queremos-institucionalidade-democratica-como-presente-e-futuro

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III Encontro de Estudos Bakhtinianos (EEBA) – Amorização: porque falar de amor é um ato revolucionário

O EEBA é um encontro de estudos bakhtinianos que está em sua terceira edição. O primeiro teve sede na UFJF, com a temática “A responsividade Bakthiniana”. O segundo teve sede na UFES, e teve como temática “Vida, cultura e alteridade”. Este terceiro encontro, com tema geral “Amorização: porque falar de amor é um ato revolucionário”, pretende realizar na UFF, em Niterói, amplo diálogo bakhtiniano.
Informações sobre inscrições podem ser encontradas no site http://eeba.qlix.com.br/

Local: Universidade Federal Fluminense
Período: 16 a 18 de novembro de 2015.


2013

Minuto UNESP – Associação Brasileira de Alfabetização realiza dois eventos
http://www.youtube.com/watch?v=pw5dAQ90k5A&feature=youtu.be

Minuto Unesp – Sexta-feira, 7/06/2013

 
Associação Brasileira de Alfabetização realiza dois eventos
http://unan.unesp.br/minutounesp/106
http://www.youtube.com/watch?v=pw5dAQ90k5A&feature=youtu.be


Texto disponível em
http://www.unesp.br/portal#!/noticia/10579/associacao-brasileira-de-alfabetizacao-realiza-dois-eventos/

Outros vídeos podem ser acessados em: 

http://unesp.br/agenciadenoticias/minutounesp

O áudio pode ser baixado e disponibilizado gratuitamente desde que citada a fonte.

Assessoria de Comunicação e Imprensa
Unesp – Universidade Estadual Paulista

(11) 5627-0429


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Portal UNESP 
“Associação Brasileira de Alfabetização realiza dois eventos”:http://www.unesp.br/portal#!/noticia/10579/associacao-brasileira-de-alfabetizacao-realiza-dois-eventos/
 
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2012
Podcast da Assessoria de Comunicação e Imprensa da UNESP

http://podcast.unesp.br/radiorelease-10072012-professora-da-unesp-e-presidente-da-comissao-provisoria-da-sociedade-brasileira-de-alfabetizacao

 
Blog da Associação de Leitura do Brasil (ALB)
http://blog-alb.blogspot.pt/2012/06/convite-assembleia-de-criacao-da.html
 
Portal UNICAMP
http://www.unicamp.br/unicamp/eventos/2012/07/02/sociedade-brasileira-de-alfabetiza%C3%A7%C3%A3o-sbalf-ser%C3%A1-criada-no-cole
 
Portal UNESP 
http://www.unesp.br/noticia.php?artigo=8823

  • Sede da ABAlf

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